7.3.08

10 de Março de 2008

14h-15h: Armindo Araújo é um dos mais conhecidos pilotos de rali em Portugal e, na actualidade, um dos que mais se distingue, uma vez que está a disputar o campeonato mundial de ralis. Araújo não é um 'piloto oficial de fábrica', ainda que apoiado pela Mitsubishi Portugal, pelo que compete no sector de produção, mas as dificuldades, a preparação, o circuito altamente profissionalizado e a gestão do profissionalismo são curiosidades que vamos querer conferir com o piloto, a que se somam a recente experiência no Rali da Suécia e as expectativas para o Rali de Portugal.

15h-16h: Falamos pela primeira vez de alcoolismo, com o pretexto de um ciclo de formações que decorrem em Santo Tirso e realizadas por Margarida Soliz, Psicóloga Clínica, Formadora Certificada e Doutoranda de Alcoologia. A ideia é falarmos do alcoolismo, desde as suas causas mais comuns aos tratamentos, passando pelos contextos mais comuns, por exemplo as famílias alcoólicas. Sobre a próxima acção de formação coordenada pela convidada.

16h-16h30: Para dia 16 de Março está marcado, em Sintra, um passeio que é também uma formação sobre identificação de cogumelos silvestres: «De todas as espécies silvestres os cogumelos são das menos conhecidas em Portugal. Companheiros de fadas e bruxas, ingredientes de poções fantásticas, mezinhas terríveis e pratos deliciosos. Para os desmistificar, vamos conhecê-los em passeios acompanhados por um guia conhecedor que nos contará muito do que sabe», propõe a Terramater; Pedro João, da Terramater, vai estar em estúdio.

3 comentários:

Anónimo disse...

Ouço com regularidade o vosso programa e nunca senti necessidade de vir comentar os temas abordados.
No entanto, hoje não consegui ficar indiferente às afirmações da vossa entrevistada Margarida Solis.
Não posso responsabilizar a TSF pelos disparates proferidos pelos seus convidados, mas posso pedir que sejam mais cuidadosos e criteriosos na escolha.
A forma categórica e peremptória como foram feitas certas afirmações, leva-me a ficar bastante preocupado. O vosso vasto auditório pode estar agora induzido em erro, pensando que tem a solução para o seu problema ou para o problema do seu familiar.
Com efeito, tratando-se de um assunto de saúde pública e de uma doença que pode ser em muitos casos fatal, algumas das afirmações da entrevistada pecam por ser bastante levianas e irresponsáveis.
O discurso ciêntifico em geral, mas mais precisamente o que aborda estas matérias, exige alguns cuidados para os quais a doutoranda não foi ainda preparada. Temo por todos os que a ouviram na antena e nos cursos de formação que pode ter vindo a leccionar.
As abordagens à temática das dependências são múltiplas e as certezas são poucas. Ora, se nos focarmos na vertente especifica do tratamento das dependências esta incerteza multiplica-se, todos os que estudam ou se interessam por estas matérias e todos os que trabalham nesta área devem ter esse facto em conta.
Estou por dentro deste assunto há varios anos, sou lineciado em Sociologia estudei-o academicamente e continuo a interessar-me por estas matérias dado que desenvolvo trabalho voluntário na área do tratamento ou, como prefiro chamar-lhe, na área da recuperação das dependências.
Poderia aqui desmontar com alguma facilidade algumas das afirmações da doutoranda, mas não é esse o meu propósito.
Não resisto no entanto em usar a expressão da autoria nosso antigo presidente da republica, afirmando em jeito de resposta às ingénuas e verdes afirmações da Dra. Margarida Solis:
- Existe muita recuperação e tratamento para lá dos medicamentos da ressaca Sra. Dra.

Felicidades para o vosso programa

Melhores cumprimentos

vascogranja@orbitur.pt

jpmeneses disse...

Mas, por curiosidade, leu o programa das formações? Parece-lhe alguma coisa mal, em concreto?

Anónimo disse...

Li e não encontrei nada de mal.
Não me cabe a mim analisar programas de formação.
A tónica do meu comentário é outra.
Pelo que ouvi da entrevistada fico preocupado com a forma como algum conhecimento pode estar ser passado. Não só por essa formadora mas, infelizmente, por muitos outros.
Já para não falar do que achei da facilidade de expressão verbal que demonstrou durante a entrevista.
Não entendo como é possível chegar a um doutoramento fazendo tão mau uso da Lingua Portuguesa.